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Fotografia l Pop up lounge CMNDE VIP #parte2

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Olá pessoal, computador deu problema e não deu pra postar ontem, mas mesmo atrasadinho vamos lá. Segunda foi dia de falar de Fotografia.

Para isso o Pop Up Lounge convidou os renomados profissionais: Bruno Stuckert, Bruno Fioravanti, Kakau Lossio e Taina Frota.

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A Polly sempre foi de curtir fotografia. Confesso que nunca imaginei que essa arte tomaria força nos meus planos. Mas a cada dia que passa estamos nos encantando mais ainda. E a palestra de segunda só ratificou essa sensação que com o tempo é bem próvavel que se torne um sentimento. Fotografia é vida, viciante!

Sob a condução de Adair Oliveira foram pautados diversos eixos que norteiam esse cenário, sobretudo a respeito do mercado em Brasília.

Bruno Stuckert, fotográfo especializado em casamento afirmou que “Brasília tem um bom mercado fotográfico, no entanto o que é muito forte na cidade é o fotojornalismo” @brunostuckert

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Concatenando com as ideias de Bruno, Taina Frota, fotógrafa que também é especializada em casamentos complementa “que o mercado Brasiliense realmente é forte, porém atualmente com a ascensão das mídias sociais tem que saber equacionar os valores para poder enaltecer os bons trabalhos”  @tainafrota

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Em contraponto, Bruno Fioravanti, que é fotógrafo especializado em música e cinema diz “em relação à música e ao cinema o espaço é mais restrito, pelo fato das grandes gravadoras não estarem regionalizadas na capital” @brunofioravanti

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Kakau Lossio, fotógrafa especializada no nu artístico destacou que “tem conseguido conquistar seu espaço pois toda mulher tem o sonho de tirar foto nua. Nu artístico não significa que tem que mostrar tudo. Brasília tem se tornado muito promissora. As pessoas querem buscar um cenário diferente, mas aqui tem muito para oferecer até mesmo uma parede pinchada pode ser suficiente para uma foto incrível.”  @kakaulossio

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A palestra foi ótima e terminou com um gostinho de quero mais. Quem quiser acompanhar melhor o trabalho dos fotógrafos não esqueçam de segui-los nas redes sociais e também dar uma passadinha em seus respectivos sítios.

Para completar a noite, teve a deliciosa presença dos churros, Chez Mi Churros. Hummmmm já conhecíamos pela net mas ainda não tínhamos desfrutado, e que pecado. Muito muito bom. Já até queremos eles no nosso grande dia rs (:

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Viagem de carro | Brasília – Rio de Janeiro

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Decidimos passar as férias do ano passado na região dos lagos mais especificamente em Cabo Frio onde uma tia da Polly possui uma casa de praia, e decidimos encarar essa viagem de carro. Fomos em uma época não muito privilegiada, pois era o começo do inverno. Por fim saímos dia 8 de maio de 2014 e pretendíamos ficar em torno de 10 dias. Nos planejamos para sairmos por volta das 06:00h. Porém, logicamente, nos atrasamos.

– Hora real da saída: 07:30h – Completamos o tanque em Valparaíso – GO e finalmente demos início a nossa viagem.

Um amigo da família fez um pequeno roteiro de cidades nas quais passaríamos, e também os locais mais adequados para abastecimento. Para chegar até o RJ não tem mistério, é só pegar a saída sul pela BR 040, Valparaíso, Luziânia.. Por essa mesma rodovia se chega ao RJ sem praticamente fazer nenhum desvio, apenas quando chega-se em Belo Horizonte é necessário ter um pouco de atenção, pois é mais adequado ir pelo anel rodoviário para não entrar na cidade. Mas basta seguir as indicações das placas.


  • SOBRE O GPS

Pensamos em comprar um GPS, porém como estávamos um pouco apertados e já teriam os outros gastos decorrentes da viagem, fomos na coragem mesmo e deu certo. Usamos com certa frequência dentro de algumas cidades o GPS do celular. Dai surgem alguns problemas:

  1. Durante o trajeto pelas rodovias normalmente não possui sinal. O meu celular só consegui sinal quando fui em uma loja da vivo já no RJ e a funcionária me ensinou que tinha que ir nas configurações do cel e buscar rede. O da Polly voltou a rede sozinho mas ficou grande parte da viagem sem.
  2. Problema é que pelo menos o GPS do cel (google) nem sempre te leva ao destino pelo melhor caminho, houve 2 momentos (um em teresópolis e outro em búzios) que fomos pelo trajeto mais bizarro que poderia existir. Em resumo, disse a ela que na próxima vez compraremos um GPS veicular de marca boa a exemplo GARMIN.

  • SOBRE O TRAJETO

Saindo de Luziânia até passar por Belo Horizonte é tranquilo demais, chega a ser monótono (nessa parte a patroa dormiu um pouco na ida e volta rs) pois a paisagem é puro cerrado e a estrada em grande parte são retas com aclives e declives suaves. O asfalto está bom, aliás o asfalto até o RJ é bom, salvo logo alguns km após BH que tem um trecho com algumas imperfeições, mas não tinha buraco.

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Resolvemos almoçar em Três Marias que fica quase na metade do trajeto. Aproveitamos para abastecer. Chegando é só passar por debaixo do viaduto e pegar à direita e seguir pela principal da cidade. Abastecemos em um posto da Shell e pedimos informação sobre restaurante. Comemos em um que fica próximo ao posto. Segue pela principal, segunda a esquerda após o posto. É um pequeno hotel com um restaurante no térreo, chama-se Manoa. Comidinha muito boa, preço bom e tem wifii. rs

Alguns kilometros antes de BH a pista começa a ser duplicada, também começam com mais rigor a fiscalização eletrônica, e aumenta o fluxo de carro. Chegando próximo à BH após passar o terceiro viaduto, pegue a marginal à direita logo em frente à concessionária da Wolksvagen. É fácil, há sinalização. Dai em diante, já estará no anel rodoviário e passará aos arredores de BH e alguns kms a frente já terá passado pela cidade.

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Quase saindo de BH abastecemos novamente. E em seguida voltamos a estrada. Daí em diante demanda mais atenção pois a rodovia (BR 040) começa a ficar um pouco mais sinuosa. A pista está um pouco ruim pois passa-se por umas mineradoras. Passando por Congonhas já começou a anoitecer e nos aproximamos das cidades que tínhamos como referência para pernoitar.

A primeira foi Barbacena, mas como ainda estava cedo resolvemos  seguir. A próxima seria Santos Dumont. Bem, dai em diante começou nossa aventura noturna. Logo chegando em Santos Dumont existe uma espécie de trevo. E pegamos a entrada errada rs.A próxima parada seria Juiz de fora. Para lá seguimos. Chegando em Juiz de Fora perdemos a entrada principal e fizemos um retorno logo a frente, pedimos informação em um posto e ele nos ensinaram uma entrada secundária até Juiz de Fora. Fomos entrando pela periferia da cidade. Andamos cerca de 20km até chegar no centro. É pernoitar em um hotel que tem após Barbacena, porém fica do outro lado da BR (sentido Brasília). Chama-se Chalé de Minas. Pareceu ser agradável.

No dia seguinte, acordamos por volta de 08:00 tomamos café e saímos as 09:00 com destino para Teresópolis a tia Zica (tia da Polly) mora lá e queríamos ficar uns dias por lá também. De Juiz de Fora até lá calculamos que faríamos em 3 horas, pois começaria a serra e preferíamos ir devagar. mChegando em Itaipava, tem que pegar à direita e passar por debaixo do viaduto. Em seguida há placas sinalizando a entrada para Teresópolis. É bem fácil.

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Chegando em Terê ♥  que frio, passamos dois dias lá. Lugar lindo!
Saindo de Teresópolis ai começa a parte que particularmente achei bem legal rs.. A serra! Cerca de 50km de serra, porém a estrada é um pouco chatinha (que paradoxo né?! achei legal e chata haha). É muito estreita e muito muito muito sinuosa. Praticamente não existe reta. Que eu me lembre o máximo que consegui ir com segurança foi uns 55km/h. Nesse trecho em alguns pontos há locais bonitos para tirar foto.

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  • TERE ♥ – CABO FRIO

De Teresópolis para Cabo Frio é tranquilo. É só seguir pela avenida principal em direção ao mirante do Soberbo que é um cartão postal lindíssimo, dá para ver o Dedo de Deus, porém como fomos no começo do inverno não tivemos o prazer de vê-lo. Saindo de terê tem outra serra, porque assim: de Brasília para Teresópolis vamos por baixo e pra ir para Cabo-Frio vamos por cima são as duas saídas da cidade como se fosse a EPTG e a Estrutural aqui de BSB – mas a pista é muito boa, 40% duplicada, não tivemos uma vista boa por causa da forte neblina.  Seguindo pela rodovia, não entre no pedágio que tem à direita. Passe direto e faça o viaduto à direita. Em seguida terá o pedágio que deverá ser pago. Nessa Rodovia tem que passar por fora de Magé, em seguida tem a cidade de Manilha. Também terá as indicações por placas, quando não tiver escrito Cabo Frio, terá escrito Região dos Lagos. Em seguida terá mais um pedágio e terá acesso à rodovia que é a Via Lagos, nela é só seguir em frente, que passará pela cidade de São Pedro da Aldeia, que já faz parte da região dos Lagos e há poucos km está Cabo Frio.


  • A VOLTA

Na volta decidimos fazer em apenas um dia. Por 2 motivos. Primeiro nós já conheciamos a rodovia relativamente, e porque quando estivesse anoitecendo já teriamos passado de Três Marias e a estrada é tranquila. Portanto o percurso é exatamente o mesmo. Saímos de Teresópolis às 08:00 e chegamos em Brasília às 21:00. Se fossemos pernoitar seria em Três Marias, porém passamos pela cidade por volta das 16:00hrs e era muito cedo para ficarmos.  Dessa forma consolidamos a ideia de terminar a viagem no mesmo dia.

Almoçamos no Restaurante O fazendão, logo depois de passar pelo anel rodoviário fica entre os km 498 e km 497. Pedimos um prato executivo com 2 filés de picanha, feijão tropeiro, salada, arroz e batatinha frita (essa batatinha frita é pegadinha do malandro pois era tipo aquelas Ruflles), mas se você não quiser comer que nem um buffalo o prato da pra dividir entre 2 pessoas e comer civilizadamente rsrs custou R$22,00. Confesso que comeria um inteiro hehe.. Mas não queria ser pego de surpresa com indigestão. Fiquei satisfeito. O lugar também é bem agradável e limpo.

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Novamente abastecemos nos mesmos locais: 1. BH   2. Três Marias. Nosso Carro é 2.0 e pisei bastante. Nas 2 Vezes que abastecemos o tanque estava pela metade, e chegou em BSB ainda com Mijolina. Então, deu perfeitamente dessa maneira

Logo a frente paramos em um lugarzinho para ir ao toilete, e tem umas coisinhas bem gostosinhas para comer ou levar para casa. Chama-se Oca do milho.

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As únicas ressalvas da volta é que como já havia mencionado, após BH no sentido BSB, a pista é de mão dupla, e a partir de João Pinheiro foi quando começou a anoitecer e é um pouco ruim dirigir à noite pela ausência de sinalização adequada e por ser mão dupla, fato importante também é ter muita atenção entre Cristalina e Brasília. Esse trecho é alvo frequente de assalto a ônibus. Pois nessa parte há muita saída alternativa pela BR para pistas secundárias em meio rural. E essa foi nossa viagem de carro. MARAVILHOSA! Ah! E queríamos deixar um super obrigado pelo hospedagem e por terem tornado a viagem ainda mais especial para a Tia Zica e seus filhos incluindo os netos e os agregados rs. Adoramos passar um tempinho com vocês (: Depois faremos um post contanto um pouquinho sobre Búzios e Cabo Frio, por enquanto fique com algumas fotinhas e até mais!

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Aniversário da Dona Elza ♥

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Ontem foi aniversário da vó do Lê e fomos comemorar com um jantar em família no restaurante Coco Bambu. Há muito tempo já havíamos ido. Porém, fomos na unidade do Lago, ao lado do Pier, dessa vez conhecemos a que fica no Brasília Shopping.

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De cara, tivemos a impressão do ambiente ser mais requintado e atraente. Gostamos muito, na próxima ocasião iremos voltar nesta segunda opção.

Chegamos um pouquinho atrasados rs e já haviam pedido os pratos. Mas a escolha foi bem acertada. Pediram o famoso Camarão Internacionalcampeão de vendas no restaurante, nada mais nada menos que um arroz cremoso com camarões, ervilhas e presunto envolvido com molho branco e gratinado com queijo muçarela, acompanha batata palha TOP TOP TOP 😉 Mas como a dona Elza, vó do Lê, não gosta de camarão, pedimos um peixe com legumes, arroz branco e uma farofa de banana.  Fomos em sete pessoas, mas cada prato serve civilizadamente entre 3 a 4 pessoas. Para quem for é imperdível. Recomendamos 100%

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